No final do século XIX, o explorador francês Augustus Le Plongeon, depois de anos de pesquisa na Península de Iucatã, no México, concluiu que havia uma ligação entre as civilizações maia e egípcia, visto que ambas seriam originárias de uma outra cultura muito anterior, maior e com alto grau de sofisticação. As descobertas dos pesquisadores modernos sustentam essa teoria, outrora considerada fantasiosa, com evidências de que:
- a Esfinge é milhares de anos mais antiga do que os egiptólogos afirmam;
- a Grande Pirâmide não era um túmulo, e sim, uma usina de força geomecânica;
- os megálitos de Nabta Playa revelam mapas astronômicos complexos que existiam 4.000 anos antes da estimativa dos historiadores convencionais quanto à época em que tal conhecimento seria possível.
Grande parte do que se sabia no passado a respeito das civilizações pré-históricas se apoiava na tradição oral e na narrativa mítica. Apresentando evidências científicas concretas dos campos da arqueologia, genética, engenharia e geologia, bem como dos textos religiosos e sagrados, Malkowski mostra que essas narrativas míticas se baseiam em acontecimentos reais e que existiu uma civilização avançadíssima, anterior às do Egito e da Suméria, cuja queda está ligada ao misterioso desaparecimento da cultura Cro-Magnon. Reunindo ideias dos melhores pesquisadores e das mentes mais privilegiadas da atualidade, O Egito Antes dos Faraós traz uma nova e convincente visão do passado longínquo da humanidade.